Imagem do prédio da BL Imóveis

Nossa História

A BL imóveis é uma administradora familiar que atua com locação e venda de imóveis próprios nas regiões de Cachoeirinha, Gravataí e Torres.

O conhecimento no ramo imobiliário segue por gerações, iniciando com a locação de quartos em uma pensão da avó materna em Porto Alegre/RS. Hoje conta com sede própria localizada na Rua Papa João XXIII, nº 206 em Cachoeirinha/RS.

O nome da administradora se justifica por ser uma união das inicias dos sobrenomes de seus sócio-fundadores: Rosmarina Barth e Vitor Litivin.

Desde a sua inauguração em 2008, a BL imóveis preza pela satisfação de seus clientes e parceiros, investindo em atendimento personalizado e imóveis de excelente qualidade. O grande compromisso da imobiliária é trabalhar de forma transparente e responsável, buscando atender todas as necessidades de seus locatários.

Assim, apoiada na tradição de duas gerações e na competência de seus idealizadores, a BL se destaca na administração de imóveis e segue buscando atingir suas metas e objetivos iniciais.



Cachoeirinha

História de Cachoeirinha
  • História da cidade +

    A origem do nome do município deve-se a existência de uma pequena queda d'água que havia próximo a um quilômetro acima da ponte sobre o rio Gravataí, que impedia a navegação, principalmente na época da estiagem.

    Nasceu em 1925, a ponte de ferro, de uma mão, que terminou virando símbolo da cidade, mesmo depois de ser destruída e vendida para o ferro velho. Em 1928, o Governo Estadual ordenou a dinamitação da rocha que originava a queda d'água, em virtude da dragagem e abertura do canal no rio, para facilitar a navegação (naquela época Gravataí exportava farinha de mandioca para todo o Estado) que era importante meio de transporte entre os municípios de Santo Antonio da Patrulha, Gravataí e Porto Alegre.

    Os 43,77 km2 do município, no passado pertenceram ao Coronel João Batista Soares da Silveira e Souza, e era distrito de Gravataí. Em 1923, o Coronel veio a falecer e seus herdeiros iniciaram a venda das terras.

    A vila que fazia parte do município de Gravataí começou a se expandir. As ruas Tamoio, Tabajara, Tapajós e Tupi, atual Papa João XVIII, foram abertas para formar o primeiro loteamento, a Vila Cachoeirinha.

    Em 1959, iniciaram as reuniões para a emancipação. As primeiras reuniões foram realizadas na casa de José Teixeira. Essa casa fez parte da história do município por ser sede da ADP, local de reuniões para tratar da emancipação, e depois, por se tornar a sede do correio. A primeira tentativa de emancipação não deu resultado, pois não contava com a adesão da população e esvaziou-se.

    A segunda comissão iniciou-se no fim dos anos 60, mas também não foi vitoriosa. Em 1965, um terceiro movimento emancipatório foi criado. Na época, eram três vereadores no distrito: José Prior, Osvaldo Correia e Martinho Espíndola e o vice-prefeito Rui Teixeira. Devido a forte representação política que o distrito tinha em Gravataí, sendo assim, a terceira investida para a emancipação do município saiu vitoriosa.

    Dentro da história de Cachoeirinha compreende a ocupação de áreas de cultivo de hortifrutigranjeiros, criação de gado e uma produção voltada para a atividade leiteira, levando o município a ser reconhecido como "Cidade do Leite".

    Em 1970, a economia do município diversificou-se e tomou impulso com a instalação de um distrito industrial que gerou um conseqüente surto migratório de catarinenses, vindos da parte norte do Estado. Posteriormente, também migrantes de regiões do Rio Grande do Sul, como Palmeira das Missões, Santa Maria e Santo Antônio da Patrulha, adotaram a cidade. Atualmente, Cachoeirinha conta com um intenso comércio, e um potencial industrial cada vez maior. Estão sendo investidos todos os esforços em saneamento básico do município e na iluminação pública, no que dará, maior segurança para a população. Em 2002, o complexo industrial foi ampliado com a instalação definitiva da fábrica da Souza Cruz. Cachoeirinha tem uma identidade cultural expressa no seu patrimônio arquitetônico (Casa do Leite, Irga) e na Produção artístico-musical.

    Cachoeirinha fica a 17km da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, e sua população é de 113.531 habitantes (População estimada - 2003-IBGE). O município tem uma área de 43,77 km2 (Fonte: IBGE). Cachoeirinha é uma alternativa para as pessoas que buscam ficar próximo a Porto Alegre. A cidade fica situada em um ponto estratégico na região metropolitana do Estado.

Torres

História de Torres
  • História da cidade +

    A região de Torres foi habitada pelo homem desde milhares de anos atrás, quando a percorreram grupos de caçadores-coletores oriundos do norte do continente. Mais tarde se fixaram coletividades agropastoris. O primeiro navegador português a aportar em Torres foi Pedro Lopes de Sousa, por volta de 1531. Desembarcando no Boipetiba, atual rio Mampituba, fez registro dos indígenas no local. Quando missionários jesuítas passaram por ali relataram que este território era a fronteira dos domínios entre os índios patos e carijós. A fonética do seu dialeto foi descrita como aproximada do kaingang. [5] Comerciavam entre si usando uma picada, costeando os banhados dos sopés da Serra do Mar, começando na Praia Grande e indo até a Itapeva. Esta trilha, aberta em meio a matagais, começou a ser usada também por aventureiros paulistas caçadores de índios, que os levavam a São Paulo como escravos. Através da documentação existente sobre os indígenas do litoral, sabemos que os carijós eram dóceis e interesseiros, mas aprisionavam outras tribos. Por este motivo houve um comércio muito grande com os paulistas que vinham ao sul em busca de escravos. Entre os índios, os negociantes que ficaram mais famosos foram o cacique Tubarão, que deu origem à cidade de Tubarão, em Santa Catarina, e o cacique Maracanã. Mas por volta de 1700, quando os lagunenses desceram pelo litoral, poucos índios restavam na área. Desaparecidos os índios, mantiveram-se os caminhos. Era uma passagem obrigatória entre o resto do Brasil e os núcleos avançados do povoamento português, na Colônia do Sacramento (1679) e no presidio de Rio Grande (1737). Assim Torres assumiu a importante função de controlar a estratégica passagem, na qual foi instalado um posto fiscal nas pedras de Itapeva que logo se transformou em Guarita Militar da Itapeva e Torres (entre 1774 e 1776).

    Em março de 1777 foi erguido o Forte São Diogo, ocupando a plataforma do Morro do Farol, aproximadamente onde agora está a Escola Cenecista Prof. Durban Ferraz Ferreira. Era um forte pequeno, apenas uma bateria de madeira coberta de palha, com uma casinha de pedra para a munição e apenas dois canhões, e esteve guarnecido por tropas do Regimento de Santos, comandadas pelo alferes Manuel Ferreira Porto, considerado o fundador da cidade, a fim de defender a região dos espanhóis que haviam dominado a Ilha de Santa Catarina, mas foi desativado ao saber-se do armistício, poucos meses depois, que garantia a retirada dos invasores. O Forte São Diogo desmanchou-se com o tempo não deixando sinais. Em 1819 (ou 1820) o Conde da Figueira, governador da província, mandou reforçar a Guarnição de Torres e continuar a construção da Capela de São Domingos das Torres, iniciada em 1815 mas paralisada, cuja primeira missa se ouviu no dia de Natal de 1820. Os trabalhos foram realizados por prisioneiros, e com a construção da capela diversos colonos antes dispersos pela região se fixaram no seu entorno, organizando o primeiro núcleo urbano da futura cidade. Em 1825 foi elevada a Capela Curada

    Sucedeu Porto à chefia da guarnição militar Francisco de Paula Soares, que a partir de 1822 deu impulso à colonização abrindo ruas e estradas, instalando fontes públicas, construindo um cemitério, incentivando a navegação e atraindo mais colonos, especialmente catarinenses de Laguna e alemães de São Leopoldo e Novo Hamburgo. Com essas forças se iniciou a ocupação efetiva da área, que passou a ser usada para culturas de cana de açúcar, café, algodão, fumo e trigo, extração de madeira e a instalação de pequenos outros núcles de povoamento, onde se realizava também algum comércio. [6][7] Os alemães chegaram em 1826 e foram separados conforme a religião que professavam: os Protestantes formaram a colônia de Três Forquilhas. Os Católicos, por sua vez, foram inicialmente para a estrada de Mampituba, depois junto ao Rio Verde e, finalmente, entre as lagoas do Forno e Jacaré, construindo a colônia de São Pedro de Alcântara. Em 5 dezembro do mesmo ano D. Pedro I passou pelo povoado a caminho do sul do país por motivo da Guerra Cisplatina. No dia 25 do mesmo mês e ano ele retornou, pernoitando novamente no complexo administrativo-militar da época, situado entre a igreja e o baluarte.

    Em 1836, devido a Revolução Farroupilha, Torres sentiu as dificuldades da guerra civil, que a deixou no mais completo abandono, prejudicando e recuando o desenvolvimento. No ano seguinte, através da Lei de 20 de dezembro de 1837, seria criada a Freguesia de São Domingos das Torres, a 28ª da Província. Foi elevada à categoria de vila em 21 de maio de 1878 pela Lei Provincial n.º 1152, dando-se a sua instalação a 22 de fevereiro de 1879. Em 22 de janeiro de 1890 tornou-se cidade. Até o início do século XX Torres pouco cresceu, tendo uma economia baseada na agricultura. Seus principais produtos eram a cachaça e a farinha de mandioca.

    Dentre as personalidades que deram forte impulso ao desenvolvimento de Torres, destaca-se quem lançou a indústria turística local, que dominou o cenário econômico da primeira até a segunda grande guerra: José Antônio Picoral. Filho da colônia São Pedro de Alcântara, tornou-se próspero comerciante em Porto Alegre, mantendo, porém, vínculo com a terra de origem. Depois de um frustrante veraneio em Tramandaí, Picoral decidiu transformar Torres em uma moderna Estação Balneária e, em 1915, após entendimentos com João Pacheco de Freitas, Luiz André Maggi, Carlos Voges e outros torrenses, instalou seu Balneário Picoral, marco histórico da introdução do turismo em Torres e o maior empreendimento turístico do estado até então. [6] Por volta de 1930, famílias de origem italiana, vindas de Caxias do Sul, fixaram moradia no distrito de Morro Azul. Em 1936 foi fundada a Sociedade dos Amigos da Praia de Torres, (SAPT), que desde sua criação tem sido uma das forças sociais da cidade, atuando em prol da melhoria das condições da cidade em termos de infraestrutura, cultura, esporte, saúde, ecologia e turismo.

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